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Abertura dos Jogos Olímpicos em Paris 2024

  • Foto do escritor: Andre Rodrigues Costa Oliveira
    Andre Rodrigues Costa Oliveira
  • 27 de mai. de 2025
  • 4 min de leitura

A abertura dos jogos olímpicos de Paris foi patética, ridícula, desengonçada, desorganizada e, acima de tudo, constituiu-se de uma elegia ao que existe hoje de mais idiota e mais doentio na humanidade: a cultura radical do discurso do politicamente correto, o escárnio às instituições e à cultura, e subversão da história e o desrespeito ostensivo aos cultos religiosos.


Eu poderia falar por horas oras sobre a cidade de Paris, que já foi sem dúvida alguma a capital do mundo em todos os sentidos, mas que hoje é uma cidade imunda, violenta, vandalizada, mal cuidada e que figura entre as 5 cidades com maior quantidade de ratos e de ratazanas gigantescas do planeta terra, e que proliferam doenças terríveis.


É uma cidade em pleno coração da Europa na qual os velhos e as crianças pequenas morrem com calor nos verões parisienses e de frio nos invernos tenebrosos.


Mas aí eu até entendo, já que é a capital de um país liderado por um governo de esquerda e com pautas políticas canalhas, típicas de governos de esquerda - e eu só fico impressionado sobre como, após tantas e reiteradas tragédias históricas, os franceses até hoje não conseguem aprender a trágica lição do rios de sangue derramados desde a revolução francesa, e que por sua vez gestou animais selvagens, verdadeiros anti-cristos, assassinos, sadicos e sociopatas tais como Robespierre e o próprio Napoleão Bonaparte, e que são considerados heróis nacionais franceses.


Seria como se a Alemanha enaltecesse Adolf Hitler como herói nacional germânico, e a Rússia resolvesse de repente enaltecer Joseph Stálin como um homem santo e bondoso apesar das dezenas de milhões de mortes ordenadas pelo líder soviético.


Mas vamos em frente, voltando à questão das olimpíadas: dentre as apresentações bizarras nessa abertura dos jogos olímpicos teve uma delas que chamou bastante a atenção do mundo: algum gênio afetado vaidoso e ao mesmo tempo complexado teve a “brilhantissima” ideia de criar uma encenação da santa ceia, pintura imortal de Leonardo da Vinci, só que utilizando travestis, pessoas transexuais, obesos mórbidos e até crianças nesse loucura toda.


E eu admito sim, gente: conseguiram chamar a atenção do mundo. E por qual motivo eles conseguiram? Porque o grotesco, o escatológico, o medonho, o aberrante e o desfigurado tendem a captar a atenção do ser humano tanto quanto o que é belo e harmonioso, e a psiquiatria inclusive explica facilmente esse fenômeno.


Agora o meu ponto de vista sobre essa performance: em primeiro lugar: eu não tenho e jamais tive qualquer preconceito sobre a opção ou a orientação sexual das pessoas, eu tenho a minha própria, cada um tem a sua.


Só que eu tenho implicância - e aí eu tenho muita implicância, não é pouca - com a burrice. Não é dessa forma que comunidade lgbtqia etc vai conquistar respeito perante a sociedade, por meio da afronta a princípios e a dogmas religiosos milenares; antes de qualquer outra coisa, o respeito se conquista respeitando-se o próximo e a religião do próximo; esse tipo de comportamento, que também é aliás super comum em paradas gays que a gente vê pelo mundo agora, só consegue fomentar a intolerância e o ódio (que são coisas terríveis em qualquer sociedade), agravando ainda mais a polêmica sobre esse tema.


Aliás, eu me lembrei de uma coisa aqui: não tem muito tempo isso: há uns 10 anos um jornal satírico francês chamado Charlie Hebdo, por ter publicado 12 caricaturas do profeta islâmico Maomé, teve a sua redação invadida por fundamentalistas muçulmanos ultra radicais fortemente armados, deixando 12 pessoas mortas, até gente que passava pela rua inclusive.


E por que será que a França, com os seus quase 8 milhões de muçulmanos hoje, não fez graça com o islamismo durante a abertura dessas olimpíadas?


Eu mesmo respondo: porque são medrosos, e ao mesmo tempo que defendem os preceitos da famosa tríade da liberte, egualite, fraternité fecham os olhinhos ao que os muçulmanos fazem com mulheres, homossexuais e quem quer que se atreva a crítica-los.


Não é novidade que cúpula do atual governo da França (mas com raras exceções ao longo da história, já que o país teve grandes estadistas) agem tais como covardes, e a própria segunda guerra mundial durante a ocupação francesa pelos alemães já confirma o que eu estou dizendo. Leiam livros de história, principalmente após a capitulação da França e da Bélgica pelos nazistas.


Leiam sobre o colaboracionismo francês, que é um assunto ultra constrangedor até hoje; leiam sobre militares franceses de alta patente que aceitaram cargos na França ocupada por Adolf Hitler, com uma suástica enorme içada em plena torre Eiffel…so que aí já assunto para um outro dia.


Em segundo lugar: na exata posição na qual deveria estar a figura de Jesus Cristo nessa infâmia burlesca toda havia uma drag queen, ou um transexual (não sei dizer direito) com obesidade mórbida.


Olha gente, eu não sei como eram as feições verdadeiras muito menos o aspecto físico de Jesus Cristo, mas de uma coisa eu tenho certeza absoluta: Jesus Cristo não era um obeso mórbido, e para quem não sabe, obesidade mórbida que é uma doença crônica, dificilmente tratável extremamente perigosa. Jesus Cristo não pregava a doença. Jesus Cristo defendia o amor e a saúde tanto dos corpos quanto dos espíritos - e corrijam-me se eu estiver errado.


E por último lugar: por qual motivo colocaram uma criança nesse circo todo?? Qual é o sentido disso? Será que é para lembrar ao mundo de que jean Paul Sartre, Simone de Beauvoir e Michel Foucault, três dos filosóficos franceses do século passado mais reverenciados no meio acadêmico eram abertamente abusadores e pedófilos, e que destruíram centenas ou até milhares de infâncias e adolescências de meninos e meninas pobres nas orgias que promoviam pelo mundo afora? Talvez seja bem isso mesmo.


E finalizando, deixo aqui uma frase muito usada na revolução francesa, erroneamente atribuída a Diderot, e que foi cunhada por jean meslier: “Eu gostaria, e este será o último e o mais ardente dos meus desejos, eu gostaria que o último rei fosse estrangulado com as tripas do último padre”.


Ao que tudo indica, os ideiais revolucionários vem se concretizando, e ninguém está se dando conta disso: a república francesa, com os seus museus e os seus castelos, com a sua arte, a sua gastronomia e os seus vinhos maravilhosos - hoje agoniza a céu aberto. E Paris, que em outros tempos foi chamada de museu a céu aberto, muito muito em breve se transformará num mausoléu a céu aberto. Fetido, degenerado e pútrido.

 
 
 

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